quinta-feira, 3 de abril de 2008

Atividade Release - 03/04

Release Jornalismo On Line

IMPRENSA

Presidente Lula visita novas instalações da FURG

O presidente Luis Inácio Lula da Silva chegou à Fundação Universidade Federal do Rio Grande - FURG por volta das 12h, depois de visitar o pólo naval de Rio Grande. No setor industrial da cidade, Lula conheceu as obras da plataforma P53 e do dique seco.

Em visita ao Centro Integrado de Desenvolvimento costeiro e oceânico – CIDEC-SUL, Lula falou sobre a implantação de novas universidade federais e escolas técnicas, atenção integral ao ensino básico e o PAC CT (Plano de Aceleração do Crescimento na área de ciência e tecnologia). O pronunciamento aconteceu durante solenidade de inauguração oficial do CIDEC-SUL.

De acordo com o presidente, o PAC em ciência e tecnologia é um programa de origem científica brasileira e que pode ser cumprido por qualquer instituição governamental, de qualquer partido. Lula afirmou ainda que, em toda a história da sistema republicano brasileiro, foram construídas 140 escolas técnicas, enquanto nos últimos oito anos o número de novas escolas já atinge 214.

Entre os novos projetos de ensino superior, destaque para a implantação de uma universidade federal internacional, a Universidade Latino-Americana e Africana de Língua Portuguesa. Com atenção especial direcionada aos jovens presentes no auditório, o presidente garantiu que o volume de recursos envolvidos nas atuais obras de infra-estrutura por todo o Brasil é bem maior que o último crescimento entre os anos de 1975 e 1980.

INTERNO

Lula faz inauguração oficial do CIDEC-SUL e adianta novas propostas de investimento em educação

O presidente Luis Inácio Lula da Silva chegou às instalações do CIDEC-SUL por volta das 12h. No auditório central, proferiu discurso que tinha como foco principal investimentos na área de ciência e tecnologia, principalmente na área científica de ensino superior. Lula falou ainda sobre a criação de uma Universidade Federal Latino-Americana e Africana de Língua Portuguesa.

Entre os vários membros da comitiva presidencial, Fernando Haddad, ministro da Educação, focou seu discurso na grande e consistente reforma educacional que, segundo o ministro, marcará a educação brasileira nas próximas décadas. De acordo com ele, “o Brasil sabe educar, mas não sabe educar a todos”. Haddad disse ainda que as grandes desigualdades sociais fazem com que o país tenha regiões e setores muito mais desenvolvidos que outros, lembrando que o Brasil é o 15º país do mundo em produção científica, mas o 55º em educação de forma geral.

O reitor João Carlos Cousin ressaltou que Lula é o primeiro presidente brasileiro a visitar a FURG, observando o ineditismo da visita e o apoio que o presidente e o ministro Haddad estão dando às instituições universitárias. Disse que o CIDEC é um sonho da comunidade da FURG e que será um centro multidisciplinar nos domínios da educação, ciência, inovação tecnológica, cultura, arte e integração universitária e regional. Cousin apresentou dados sobre a expansão da FURG, pelo Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação das Universidades - Reuni, através do qual a FURG dobrará de tamanho no espaço de cinco anos. A ampliação será em número de estudantes de vários níveis, aumento no quadro de servidores e espaço físico.
Aproveitando a oportunidade, Cousin entregou ao presidente da República cópia do Projeto Oceanário Brasil, que a FURG pretende implantar. O projeto já tem apoio do MEC e consiste em um aquário de grandes proporções, inexistente no Brasil, reunindo local de pesquisas das ciências do mar e ponto turístico. O reitor também entregou ao presidente uma placa alusiva à inédita visita à FURG.

sábado, 15 de março de 2008

Crítica de produto cultural

The Secret - O Segredo – Autora: Rhonda Byrne

O livro analisado traduz em parte a proposta das populares publicações de auto-ajuda, mas através de narrativas feitas por depoimentos, mistura uma espécie de ficção e realidade. Baseado na Lei da Atração, o texto não apresenta novidades sobre o poder mental do indivíduo, recorrendo sempre a uma repetição exacerbada do famoso pensamento positivo em busca do que se quer conquistar. Torna-se um livro acessível na medida em que a leitura é fácil e rápida.

Com uma linguagem bem coloquial, a autora busca reproduzir a idéia de que a base de O Segredo está em todas as religiões e ensinamentos deixados por grandes filósofos e mestres, sem ferir a questão do mito sagrado. É um misto de positivismo e fé, que ensina a utilizar a lei da atração em troca de dinheiro, saúde, relacionamentos e tudo que estiver ao alcance da mente humana. Rhonda Byrne se propõe a explicar o poder oculto que existe dentro do homem e sua utilização, trazendo inúmeros depoimentos de homens e mulheres que aplicaram o conhecimento, resultando em histórias extraordinárias de curas, superação de obstáculos e felicidade.

De certa forma, o livro se detém bastante na questão material e acaba esquecendo o espírito. É certo afirmar que o otimismo faz bem ao caráter do cidadão e que ter uma atitude positiva em relação às circunstâncias da vida nos faz viver melhor. Porém, o conceito que se apresenta não considera o fato de muitas pessoas que trabalham para alcançar situações quase inatingíveis. Ainda assim, o livro direciona um olhar para a vida com mais perspectivas, observando a importância dos sonhos e desejos que impulsionam o dia-a-dia, alimentando a convicção humana.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Atividade Hipertexto - parte III

Dickinson assina roteiro de filme

“The Chemical wedding”, filme cujo roteiro é assinado por Bruce Dickinson, vocalista da banda Iron Maiden, está em fase de pós-produção.

O longa dirigido por Julian Doyle conta a história do mago inglês Aleister Crowley. Na trama, ele reencarna em um tímido professor universitário, Haddo, interpretado por Simon Callow. “Gosto muito de dirigir videoclipes, e escrever roteiros de filmes é algo completamente diferente”, comentou o músico em entrevista recente. “Foi uma ótima oportunidade para aprender mais sobre o processo.” O título da produção coincide com o nome do quinto álbum solo de Bruce Dickinson, lançado em 1998.

Atividade Hipertexto - parte II

Insatisfação de fãs do IRON MAIDEN na apresentação em POA
Paralelo ao show feito pela IRON MAIDEN em Porto Alegre, uma situação mostrou-se de mesma grandeza, porém de forma negativa: a superlotação do Gigantinho, local onde o show foi realizado.

Depoimentos em comunidades diversas na internet dão conta de diversos itens perdidos como celulares e carteiras, em grande parte devido a roubos. Muitos textos informam ainda sobre pessoas machucadas, algumas com fraturas, após empurra-empurra, esmagamento e outros incidentes.

Na comunidade "Iron Maiden POA 2008! Eu fui!" no Orkut o tópico "DESABAFO" é recordista de mensagens, com diversos relatos sobre o acontecido por parte dos fãs, que incluem a falta de atendimento médico e o precário serviço de seguranças. Mensagens no Orkut sugerem que fãs estão se organizando para entrar com processo contra os responsáveis pelo show.

Atividade Hipertexto Aula 06/03

Heavy Metal

IRON MAIDEN ENLOUQUECE A CAPITAL GAÚCHA

Cerca de 15 mil pessoas foram assistir ao show do sexteto britânico que lotou o Gigantinho


Eram 20h55 quando os alto-falantes do ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, começaram a tocar Doctor, Doctor, tema tradicional de abertura dos shows de Iron Maiden. Com a pontualidade britânica, a banda de heavy metal subiu ao palco enquanto o telão mostrava imagens da aeronave personalizada utilizada durante a turnê e comandada por Bruce Dickinson.
O primeiro acorde do comandante trouxe ao público Aces High, do álbum PowerSlave de 1984. Em seguida, os fãs praticamente foram ao delírio com 2 minutes to Midnight e Revelations, que encerrou a trinca de abertura.

Dickinson surge então de uniforme vermelho, segurando a brandeira da Grã-Bretanha, dando sequência ao clássicos da metaleira, especial para a geração Rock´n Roll de 80. Já no momento tradicional do Bis, um boneco gigante reproduzindo a figura do mascote da banda, Eddie, entra em cena com uma metralhadora em punho, fuzilando a platéia. Foram quase duas horas de show, apresentação que encerrou a etapa brasileira da turnê na América do Sul.
Notícias relacionadas:

segunda-feira, 10 de março de 2008

Aula 10/03

JORNALISMO INTERPRETATIVO

Eleições na Espanha

Socialista é novamente reeleito presidente da república

Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) mantém cargo nas eleições parlamentares

José Luíz Rodriguez Zapatero (PSOE) foi reeleito presidente da república espanhola. Desta vez, o partido socialista operário espanhol derrotou o principal partido de oposição (Partido Popular) por um índice percentual acima da média esperada, conquistando 43,64% do total dos votos. Com esse percentual, o partido alcança 169 cadeiras das 350 disponíveis na câmara. Já o Partido Popular cresceu, aumentando sua representação para 153, o que corresponde a 40,11% da votação.

Com o resultado, a Espanha passa a constituir um panorama político bipartidário, com o enfraquecimento dos partidos menores e dos nacionalistas. A Esquerda Unida (IU), terceira maior representatividade política do país, perdeu três cadeiras, ficando com apenas duas. Já a Esquerda Republicana da Catalunha foi o mais prejudicado, considerando que dos oito parlamentares caiu para três. Outros partidos também tiveram seus números reduzidos.
>> Assista o vídeo com outras informações da eleição

De acordo com a declaração de Zapatero, “os espanhóis decidiram apostar numa nova etapa sem tensão, sem confronto e com acordos nos assuntos de Estado”. Dos 35 milhões de eleitores, cerca de 75% compareceram às urnas. Mesmo com a vitória consecutiva, existe a possibilidade de este ser um período difícil de mandato já que o crescimento econômico, em aceleração acerca de dez anos vem perdendo força, ao mesmo tempo em que o movimento separatista basco (ETA) começa novamente seus ataques terroristas.

JORNALISMO INFORMATIVO

Eleições na Espanha

Zapatero é reeleito presidente da república

Partido Socialista Operário Espanhol vence as eleições parlamentares

O Socialista José Luíz Rodriguez Zapatero venceu novamente as eleições para presidente da república espanhola. Neste processo eleitoral, o partido socialista operário espanhol venceu o principal partido de oposição (Partido Popular) por uma diferença razoável, alcançando 43,64% dos votos. Essa margem representa 169 cadeiras das 350 disponíveis na câmara. Já o PP aumentou sua representação para 153, somando 40,11% do total de votos.

Com esse resultado, a Espanha assume um panorama político bipartidário, deixando os partidos menores em desvantagem, além dos nacionalistas. A Esquerda Unida (IU), por exemplo, terceira maior representatividade política do país, perdeu três cadeiras. Já a esquerda Republicana da Catalunha foi o mais prejudicado, considerando que dos oito parlamentares caiu para três. Outros partidos também tiveram seus números reduzidos.

A comissão eleitoral avalia que os espanhóis decidiram evitar tensões e confrontos, apostando numa nova etapa que se caracteriza por acordos nos assuntos de Estado. Entretanto, existe a possibilidade de ser um período difícil de mandato já que o crescimento econômico, em aceleração acerca de dez anos vem perdendo força, ao mesmo tempo em que o movimento separatista basco (ETA) começa novamente seus ataques terroristas.

JORNALISMO OPINATIVO

Eleições na Espanha

Zapatero não cede sua cadeira de presidente da república
Partido Socialista Operário Espanhol vence as eleições parlamentares, mas a diferença nas urnas mostra uma aproximação do PP

Mais uma vez, o socialista José Luíz Rodriguez Zapatero vai ocupar o posto de presidente da república espanhola. Desta vez, o líder poderá exercer seus poderes de uma forma mais tranqüila, já que o Partido Socialista Operário Espanhol, ao qual pertence, obteve 43,64% dos votos, alcançando 169 das 350 cadeiras da câmara. Mesmo derrotado, o principal partido de oposição, o Partido Popular, aumentou sua representação de parlamentares para 153, somando 40,11% do total de votos.

Com esse resultado, a Espanha desenha um panorama político bipartidário, o que enfraquece os partidos menores, além dos nacionalistas. A Esquerda Unida (IU), por exemplo, terceira maior representatividade política do país, perdeu três cadeiras. Já a Esquerda Republicana da Catalunha foi o mais prejudicado, considerando que dos oito parlamentares caiu para três. Outros partidos também tiveram seus números reduzidos.

Com certeza, os espanhóis decidiram evitar tensões e confrontos, apostando numa nova etapa que se caracteriza por acordos nos assuntos de Estado. Ainda assim, há a possibilidade de ser um período difícil de mandato já que o crescimento econômico, em aceleração acerca de dez anos vem perdendo força. Ao mesmo tempo, o movimento separatista basco (ETA) começa novamente seus ataques terroristas.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Aula 03/03

Atividade 1 – revisar a matéria feita, analisando criticamente a construção feita de acordo com a proposta do JOL.

O texto “A invasão digital no universo dos folhetins” está bem diferente do que se propõe o jornalismo digital. De acordo com meu ponto de vista, o texto está escrito em um modelo mais adequado para veículo impresso, mas ainda assim extenso e cansativo.

Observando as etapas de produção do texto, a parte de pesquisa foi desenvolvida de maneira precária. Foram utilizadas duas fontes primárias, mas nenhuma delas oferecia credibilidade suficiente para garantir o efeito verídico da versão, uma vez que os depoimentos coletados foram de alunos, extremamente opinativos. Talvez se algum dos professores, com maior verificação bibliográfica, tivesse sido entrevistado, a matéria ficaria um pouco mais consistente.

A organização foi preestabelecida, sendo as entrevistas bem conduzidas. Mas a matéria não possui links, cartola, linha de apoio entre outros recursos que enriquecem a versão. Os parágrafos são longos e cansativos, densos. Há utilização de apenas uma imagem, mas não há presença de hipertexto.


Atividade 2 – refazer a matéria

Mídia e Tecnologia:


A invasão digital no universo dos folhetins


O uso freqüente de computadores pelos veículos midiáticos enfraquece o mercado dos jornais impressos.


A era do jornalismo impresso parece mesmo estar chegando ao fim. Com o avanço da tecnologia, baseada na sociedade da informação e a conseqüente rapidez com que o jornalismo online (JOL) vem sendo instituído, as redações estão cada vez mais preocupadas com layouts de site do que diagramação de impressos.

De fato, o Jornalismo digital surge para alguns como uma tentativa de superar os tradicionais folhetins, já que o acesso é mais rápido e o alcance é maior, considerando o grande número de pessoas que utilizam o computador, seja para trabalhar ou entretenimento.

Para Deise Ferraz, 18, estudante do 3º semestre do curso de Jornalismo, os grandes jornais sobrevivem da publicidade, em uma visão mais mercadológica, em que a restrição do conhecimento por parte do veículo garante o leitor enquanto massa de manobra. “Mesmo que a opinião esteja implícita, as editorias dirigem e manipulam o conhecimento. É como vender um produto, tu não podes falar mal dele” diz a estudante.

A sociabilidade do fenômeno digital não garante apenas a transposição e adaptação dos fatos para a web por mecanismos de comunicação. Com a facilidade dos blogs, pessoas comuns reportam fatos para a rede muitas vezes antes da própria imprensa. Os famosos blogueiros constituem uma espécie de construção coletiva, publicando versões em primeira mão de tudo que acontece no mundo.

O estudante Marcos Leivas, acadêmico do 7º semestre de jornalismo, acredita que os blogs funcionam como catalisadores dos fatos, mas nem sempre de cunho verídico. “Os jornalistas estão mais preparados para informar da melhor maneira possível já que são treinados com base na teoria”, diz Marcos. O JOL , na visão dele, está sim ganhando espaço em função da atualização instantânea, além da possibilidade de interação e rapidez. “Acompanhei a cerimônia de entrega do Oscar pela Internet e ainda tive chance de comentar acerca dos ganhadores” completa o estudante.

O que se percebe é uma tendência ao enfraquecimento dos mecanismos impressos. Esses veículos se sustentam com base em uma faixa mais conservadora, que considera o hábito de ler o jornal em mãos insubstituível pela ferramenta digital.