O livro analisado traduz em parte a proposta das populares publicações de auto-ajuda, mas através de narrativas feitas por depoimentos, mistura uma espécie de ficção e realidade. Baseado na Lei da Atração, o texto não apresenta novidades sobre o poder mental do indivíduo, recorrendo sempre a uma repetição exacerbada do famoso pensamento positivo em busca do que se quer conquistar. Torna-se um livro acessível na medida em que a leitura é fácil e rápida. sábado, 15 de março de 2008
Crítica de produto cultural
O livro analisado traduz em parte a proposta das populares publicações de auto-ajuda, mas através de narrativas feitas por depoimentos, mistura uma espécie de ficção e realidade. Baseado na Lei da Atração, o texto não apresenta novidades sobre o poder mental do indivíduo, recorrendo sempre a uma repetição exacerbada do famoso pensamento positivo em busca do que se quer conquistar. Torna-se um livro acessível na medida em que a leitura é fácil e rápida. quarta-feira, 12 de março de 2008
Atividade Hipertexto - parte III
O longa dirigido por Julian Doyle conta a história do mago inglês Aleister Crowley. Na trama, ele reencarna em um tímido professor universitário, Haddo, interpretado por Simon Callow. “Gosto muito de dirigir videoclipes, e escrever roteiros de filmes é algo completamente diferente”, comentou o músico em entrevista recente. “Foi uma ótima oportunidade para aprender mais sobre o processo.” O título da produção coincide com o nome do quinto álbum solo de Bruce Dickinson, lançado em 1998.
Atividade Hipertexto - parte II
Depoimentos em comunidades diversas na internet dão conta de diversos itens perdidos como celulares e carteiras, em grande parte devido a roubos. Muitos textos informam ainda sobre pessoas machucadas, algumas com fraturas, após empurra-empurra, esmagamento e outros incidentes.
Na comunidade "Iron Maiden POA 2008! Eu fui!" no Orkut o tópico "DESABAFO" é recordista de mensagens, com diversos relatos sobre o acontecido por parte dos fãs, que incluem a falta de atendimento médico e o precário serviço de seguranças. Mensagens no Orkut sugerem que fãs estão se organizando para entrar com processo contra os responsáveis pelo show.
Atividade Hipertexto Aula 06/03
Cerca de 15 mil pessoas foram assistir ao show do sexteto britânico que lotou o Gigantinho
Eram 20h55 quando os alto-falantes do ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, começaram a tocar Doctor, Doctor, tema tradicional de abertura dos shows de Iron Maiden. Com a pontualidade britânica, a banda de heavy metal subiu ao palco enquanto o telão mostrava imagens da aeronave personalizada utilizada durante a turnê e comandada por Bruce Dickinson.segunda-feira, 10 de março de 2008
Aula 10/03
Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) mantém cargo nas eleições parlamentares
José Luíz Rodriguez Zapatero (PSOE) foi reeleito presidente da república espanhola. Desta vez, o partido socialista operário espanhol derrotou o principal partido de oposição (Partido Popular) por um índice percentual acima da média esperada, conquistando 43,64% do total dos votos. Com esse percentual, o partido alcança 169 cadeiras das 350 disponíveis na câmara. Já o Partido Popular cresceu, aumentando sua representação para 153, o que corresponde a 40,11% da votação. Com o resultado, a Espanha passa a constituir um panorama político bipartidário, com o enfraquecimento dos partidos menores e dos nacionalistas. A Esquerda Unida (IU), terceira maior representatividade política do país, perdeu três cadeiras, ficando com apenas duas. Já a Esquerda Republicana da Catalunha foi o mais prejudicado, considerando que dos oito parlamentares caiu para três. Outros partidos também tiveram seus números reduzidos.
De acordo com a declaração de Zapatero, “os espanhóis decidiram apostar numa nova etapa sem tensão, sem confronto e com acordos nos assuntos de Estado”. Dos 35 milhões de eleitores, cerca de 75% compareceram às urnas. Mesmo com a vitória consecutiva, existe a possibilidade de este ser um período difícil de mandato já que o crescimento econômico, em aceleração acerca de dez anos vem perdendo força, ao mesmo tempo em que o movimento separatista basco (ETA) começa novamente seus ataques terroristas.
Partido Socialista Operário Espanhol vence as eleições parlamentares
O Socialista José Luíz Rodriguez Zapatero venceu novamente as eleições para presidente da república espanhola. Neste processo eleitoral, o partido socialista operário espanhol venceu o principal partido de oposição (Partido Popular) por uma diferença razoável, alcançando 43,64% dos votos. Essa margem representa 169 cadeiras das 350 disponíveis na câmara. Já o PP aumentou sua representação para 153, somando 40,11% do total de votos.
Com esse resultado, a Espanha assume um panorama político bipartidário, deixando os partidos menores em desvantagem, além dos nacionalistas. A Esquerda Unida (IU), por exemplo, terceira maior representatividade política do país, perdeu três cadeiras. Já a esquerda Republicana da Catalunha foi o mais prejudicado, considerando que dos oito parlamentares caiu para três. Outros partidos também tiveram seus números reduzidos.
A comissão eleitoral avalia que os espanhóis decidiram evitar tensões e confrontos, apostando numa nova etapa que se caracteriza por acordos nos assuntos de Estado. Entretanto, existe a possibilidade de ser um período difícil de mandato já que o crescimento econômico, em aceleração acerca de dez anos vem perdendo força, ao mesmo tempo em que o movimento separatista basco (ETA) começa novamente seus ataques terroristas.
JORNALISMO OPINATIVO
Eleições na Espanha
Mais uma vez, o socialista José Luíz Rodriguez Zapatero vai ocupar o posto de presidente da república espanhola. Desta vez, o líder poderá exercer seus poderes de uma forma mais tranqüila, já que o Partido Socialista Operário Espanhol, ao qual pertence, obteve 43,64% dos votos, alcançando 169 das 350 cadeiras da câmara. Mesmo derrotado, o principal partido de oposição, o Partido Popular, aumentou sua representação de parlamentares para 153, somando 40,11% do total de votos.segunda-feira, 3 de março de 2008
Aula 03/03
Atividade 1 – revisar a matéria feita, analisando criticamente a construção feita de acordo com a proposta do JOL.
O texto “A invasão digital no universo dos folhetins” está bem diferente do que se propõe o jornalismo digital. De acordo com meu ponto de vista, o texto está escrito em um modelo mais adequado para veículo impresso, mas ainda assim extenso e cansativo.
Observando as etapas de produção do texto, a parte de pesquisa foi desenvolvida de maneira precária. Foram utilizadas duas fontes primárias, mas nenhuma delas oferecia credibilidade suficiente para garantir o efeito verídico da versão, uma vez que os depoimentos coletados foram de alunos, extremamente opinativos. Talvez se algum dos professores, com maior verificação bibliográfica, tivesse sido entrevistado, a matéria ficaria um pouco mais consistente.
A organização foi preestabelecida, sendo as entrevistas bem conduzidas. Mas a matéria não possui links, cartola, linha de apoio entre outros recursos que enriquecem a versão. Os parágrafos são longos e cansativos, densos. Há utilização de apenas uma imagem, mas não há presença de hipertexto.
Atividade 2 – refazer a matéria
Mídia e Tecnologia:
A invasão digital no universo dos folhetins
De fato, o Jornalismo digital surge para alguns como uma tentativa de superar os tradicionais folhetins, já que o acesso é mais rápido e o alcance é maior, considerando o grande número de pessoas que utilizam o computador, seja para trabalhar ou entretenimento.
Para Deise Ferraz, 18, estudante do 3º semestre do curso de Jornalismo, os grandes jornais sobrevivem da publicidade, em uma visão mais mercadológica, em que a restrição do conhecimento por parte do veículo garante o leitor enquanto massa de manobra. “Mesmo que a opinião esteja implícita, as editorias dirigem e manipulam o conhecimento. É como vender um produto, tu não podes falar mal dele” diz a estudante.
A sociabilidade do fenômeno digital não garante apenas a transposição e adaptação dos fatos para a web por mecanismos de comunicação. Com a facilidade dos blogs, pessoas comuns reportam fatos para a rede muitas vezes antes da própria imprensa. Os famosos blogueiros constituem uma espécie de construção coletiva, publicando versões em primeira mão de tudo que acontece no mundo.
O estudante Marcos Leivas, acadêmico do 7º semestre de jornalismo, acredita que os blogs funcionam como catalisadores dos fatos, mas nem sempre de cunho verídico. “Os jornalistas estão mais preparados para informar da melhor maneira possível já que são treinados com base na teoria”, diz Marcos. O JOL , na visão dele, está sim ganhando espaço em função da atualização instantânea, além da possibilidade de interação e rapidez. “Acompanhei a cerimônia de entrega do Oscar pela Internet e ainda tive chance de comentar acerca dos ganhadores” completa o estudante.
O que se percebe é uma tendência ao enfraquecimento dos mecanismos impressos. Esses veículos se sustentam com base em uma faixa mais conservadora, que considera o hábito de ler o jornal em mãos insubstituível pela ferramenta digital.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
A invasão digital no universo dos folhetins

A sociabilidade do fenômeno digital não garante apenas a transposição e adaptação dos fatos para a web por mecanismos de comunicação. Com a facilidade dos blogs, pessoas comuns reportam fatos para a rede muitas vezes antes da própria imprensa. Os famosos blogueiros constituem uma espécie de construção coletiva, publicando versões em primeira mão de tudo que acontece no mundo. O estudante Marcos Leivas, acadêmico do 7º semestre de jornalismo, acredita que os blogs funcionam como catalisadores dos fatos, mas nem sempre de cunho verídico. “Os jornalistas estão mais preparados para informar da melhor maneira possível já que são treinados com base na teoria”, diz Marcos. O JOL , na visão dele, está sim ganhando espaço em função da atualização instantânea, além da possibilidade de interação e rapidez. “Acompanhei a cerimônia de entrega do Oscar pela Internet e ainda tive chance de comentar acerca dos ganhadores” completa o estudante.
O que se percebe é uma tendência ao enfraquecimento dos mecanismos impressos. Esses veículos se sustentam com base em uma faixa mais conservadora, que considera o hábito de ler o jornal em mãos insubstituível pela ferramenta digital.
